domingo, 26 de fevereiro de 2017

Voltar a ficar em forma : o plano.

Quando engravidei, a questão do peso que iria aumentar foi uma preocupação para mim. 
Tendo em conta o meu "passado" de excesso de muito peso, não pude deixar de pensar nisto. Não era por uma razão puramente estética!, mas sim relacionada com a minha saúde e com a saúde do bebé. A minha questão de aumento de peso durante a minha vida sempre esteve e estará ligada aos meus sentimentos e ao(des)controle da ansiedade. 
Se eu tivesse percebido e interiorizado  isso aos 18 anos(ou mesmo aos 28!) a minha vida teria sido bem mais fácil.Sou boa boca. Sempre fui boa boca para o melhor e para o pior. O facto de não comer"açúcares" durante 3 anos, ajudou-me bastante e as oscilações de peso diminuam.

A gravidez acabou por ser um desafio de controle de ansiedade e consequentemente de peso. O saldo final foi de 10.400kg de "gordura saudável". 
Sem fazer nada, perdi todo esse peso nas 4 semanas a seguir ao parto. Nas 4 semanas seguintes, fiz a proeza de aumentar 5.3kg. What?? Eu sabia que a coisa tinha começado a descambar e estive essas 4 semanas sem me pesar. Há momentos em que sabemos que não vale a pena estar a chover sobre o molhado. Temos de deixar chegar ao ponto crítico, para conseguir por as coisas nos eixos. É uma espécie de"do Kaos nasce a ordem".
Estes foram quilos de fruta, frutos secos, pão, massa, horários desregulados, desorganização da minha parte em não preparar antecipadamente as refeições principais, tomar vários"pequenos almoços" durante o dia em vez de lanches, repetir os pratos principais quando a fome já não era nenhuma, mas a ansiedade continuava lá, falta de exercício físico... Foram quilos de ansiedade e de um "não te rales" que detesto, mas que sabia que, sempre que estou em casa por períodos mais alargados, é fácil de acontecer. O facto de não sair muito de casa (o tempo não ajudou nesta fase), de andar sempre de pijama ou roupas desportivas, acaba por retirar a percepção da nossa realidade. Quando fui vestir as calças de ganga. senti-me totalmente desconfortável. Remédio: ir buscar as calças de quando estava grávida. Degradante e deprimente! Depois deste episódio, estive mais uma semana "na engorda" e no dia 15 de Junho (2014) e resolvi enfrentar a balança e ver então o estrago.
Quando regressei ao trabalho, em Setembro 2014 já tinha voltado ao meu peso "normal" e com horários exigentes e a pressão até enfrentei um período em que o comer custava a engolir (coisa muito pouco habitual em mim). 


Quando o D começou a comer "comida", algumas pessoas perguntaram-me como iria ser: afinal eu não comia açúcar. Em vez de um redondo "não", de um modo natural as minhas ideias viraram-se para a palavra "equilíbrio".


O D come papa de compra ao pequeno almoço e não tenho qualquer peso na consciência por causa disso. Só encarrilhou com a marca do Mini Preço (qual Cerelac, qual Nestum, qual quê ?!) e a preparação é feita com água porque ele não pega em leite (apesar de comer iogurtes, queijo e outros lacticínios). Fora isso, no dia a dia come litros de sopa, carne, peixe, massa, arroz, fruta e bebe muita água. 
Se vai a uma festa, regra geral não me pede bolos, mas se quiser um pedacinho de pão de ló, dou-lhe.
De vez em quando, pede uma bolacha (Maria) e dependendo da hora ou situação, eu digo "sim" ou "não". Não lhe ofereço refrigerantes. Se ele (mesmo em festas) vai às batatas fritas, digo "só uma" ou "nem uma". Fritos e excesso de sal não entraram nas permissões.

Na casa dos avós (meus pais) a coisa muda de figura e tenho de inspirar-expirar muitas vezes para não me dar um ataque. Regras alimentares nunca foram prioridade para eles, mas tento que pelo menos lhe dêem um prateirão de sopa antes de lhe oferecem outras coisas (porque eu sei que eles lhe dão).

Esta inclusão da alimentação do D vem a propósito do meu retorno a comer açúcar. 
Eu não queria que ele se sentisse "aprisionado" e que tempos mais tarde, por exemplo, quando fosse a uma festa de anos, em vez de ir brincar, só pensasse em comer açúcar porque "o fruto proibido é o mais apetecido". Na "vida real" conheço casos assim e sei que não era isso que queria para ele.
Ou seja, acho que a educação alimentar é essencial e ele tem de perceber por ele o que há o sim, o não, o assim assim e que as ocasiões são diferentes.

Aos poucos fui introduzindo " açúcar " na minha dieta.
"Oi? Mas estás a passar de cavalo para burro?"
"Não. Acho que foi um passo atrás para seguir em frente." 
O meu objectivo nunca foi ser radical, mas houve um período em que o fui, mas como modo de conseguir estabilizar a minha relação com a comida.
A partir do meio de 2015, em algumas situações voltei a comer "açucares". O peso manteve-se o mesmo, mas desde o final de 2016, acho que tive um acumular de festas, jantares, convívios e a balança disparou 3 kg em 4 meses. Uppppsss.
Não me sinto "diminuída" por estes quilos a mais, nem tão pouco passo o dia a pensar nisso, mas se posso estar mais saudável, em forma e sentir-me melhor fisicamente, porque é que não hei-de estar?

A partir de hoje, 26.02.2017, entrei no "lose weight mode". 
Nada muito dramático, nem drástico. Estabeleci 5kg em 7 semanas o que é perfeitamente alcançável sem recorrer a dietas malucas.

Há algumas coisas que me ajudarão a passar pelo processo. Foram muitos anos de experiências, que me deram ferramentas para simplificar e tornar tudo mais prático e funcional. 
Há que enfrentar a situação de todas as frentes e tem de ser um "tratamento multidisciplinar". 


1) Motivação e consciencialização
Ponto assente: não é por ser mais magra que serei mais feliz; por muitos anos pensei "que se fosse mais magra a minha vida era diferente e todos os problemas seriam resolvidos". Aprendi que não havia nada mais errado na minha visão; foi o desmistificar aquela "fórmula mágica do pensamento das criança"; durante quase 30 anos foi isso que desconheci (ou não quis ver); por volta de 2012, finalmente compreendi que a questão tinha de ser tratada ao contrário: tentar identificar os problemas, tentar resolver as ansiedades e aí sim! a alimentação e o exercício físico iam encarregar-se de estabilizar o peso e parar com os io-ios. 
A motivação tem de vir de dentro e tem de ser pelas razões certas (e as razões certas para casa pessoa!). Não adianta pensar "aquela é magra e por isso é feliz". A vida é nossa, os sentimentos são nossos, por isso há que procurar a motivação certa por e para nós: pode ser porque queremos ser mais saudáveis, sentir-se melhor fisicamente, renovar o guarda roupa...
Nesta altura vou revezando 3 pares de calças; no entanto, tenho muitas calças quase novas, da altura em que estive mais magra (naquela fase 8 ou 80...e que tinha dinheiro para investir na Zara); Isso acaba por funcionar como motivação adicional;

2) Controlar a ansiedade
Eu sempre sofri com essa patologia, mas não se falava disso quando era pequena.
Agora, tenho a perfeita consciência do quanto isso me afectou e que foi um das grandes causas do meu distúrbio alimentar.
Pode-se tomar comprimidos milagrosos, fazer lipoaspirações, mas normalmente o busílis da questão é psicológico e é essa vertente que tem se ter tocada e resolvida....ou volta-se ao io-io;

3) Distanciar-me das "dietas restritivas" (que uma pessoa não aguenta 1 dia)
Equilíbrio. Nesta fase é reduzir ao máximo os açucares e gorduras, mas não é "comer só alface"; Acho que um grande motivo dos abandonos destas dietas "malucas" é porque não são sustentáveis a longo prazo.
No meu caso, não vou consultar nenhum especialista. Já tenho "treino" suficiente para elaborar um plano que funciona comigo (e que foi prescrito para mim, mesmo que há muitos anos). Também não foi alterar a base da minha alimentação (que considero equilibrada), mas vou ajustar quantidades e diversificar mais.

4) Tomar suplementos (vitaminas)
Esta decisão não está apenas ligada ao facto de ir fazer uma dieta de perda de peso, mas sim porque me andava a sentir muito cansada e com os níveis de energia a zero.
Já comecei há uma semanas e realmente sinto-me melhor.  


5) Organização
Esta é a parte que mais luta me vai dar. 
Vou ter de me levantar às 5:25 am para fazer exercício. Confesso que não vai ser fácil, mas o que tem de ser, tem muita força:);
Vou ter de organizar as marmitas e as comidas mais atempadamente e pensar "mais à frente ";
Comer a horários mais certos também é importante. Muitas vezes no trabalho, quando dou por mim, já é quase meio dia e ainda não parei para lanchar (quando tomei o pequeno almoço às 6h30). 

6) Verbalizar a decisão
Não quer dizer que vá anunciar ao meu patrão, nem tão pouco à minha família toda. Venho só mesmo partilhar na internet!!!! Ahhhhaahhh
Às vezes, é preciso passar "para o papel" para tornar um projecto real.


Não faço "dieta de perda de peso" há bastante tempo e o metabolismo já não deve ser o mesmo, mas vamos ver como corre.

 Pequeno almoço de hoje.
O que é que alterei em relação ao habitual? Nada :)

Exercício de hoje. Foi leve, mas foi de boamente!

 #projectoef

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Belezuras e cia: voltaria ou não a comprar?

Não sei se é com o passar da idade, mas a verdade é que ando muito mais disciplinada com os cuidados da minha pele, ainda que continue muito preguiçosa para aplicar cremes no corpo.
Tento aliar duas premissas: rápido e eficaz. Se tenho pela frente um processo de 20 passos, nem tento o primeiro. Sou a pessoa mais preguiçosa do mundo para meter cremes. 
Durante 2016, fui adquirindo alguns produtos e obviamente que não vou listar tudo, mas alguns marcaram-me pela positiva e outros nem tanto.
Não quer isto dizer que o deu mais resultado em mim, faça o mesmo nas outras pessoas e vice versa. Nisto de cremes e afins, acho que temos mesmo de apostar e tentar acertar.

Há marcas que têm produtos que gosto muito e outros que não gostei nada. Não me deixei influenciar pela marca e sim pelo facto de dar resultado em mim ou não.

Voltaria a comprar

(De facto, alguns já são mesmo repetições)

.Bioré - Aqua Rich - Protector solar factor 50 - adoro! é muito leve, não fico "pegajosa" e não me fez a pele oleosa ou brilhante; encomendei pelo Ebay e ficou cerca de 9.00€, mas para mim vale muito mais do que o isso;

.Natural Honey - Revlon -Oil go - Óleo para aplicar no banho. Como já disse, sou a preguiça em pessoa e poderia viver bem sem aplicar nenhum creme no corpo durante 1 ano. Assim, recorro a tudo o que dê para usar no banho, e este tem um cheirinho muito agradável e dá uma boa hidratação à pele sem ficar tão gorduroso como o "Johnson´s".

.C20 - Vitamina C - Li muito sobre os ácidos e afins e por mais que que gostasse de investir em alguns produtos de outras marcas, os preços são uma coisa absurda e neste momento o orçamento não permite pensar sequer nessa hipótese. 
As criticas eram favoráveis a este produto que tinha um preço mais amigo = 20€ - comprado no Ebay. Não é uma coisa milagrosa, mas acho que a longo prazo tem bons resultados na diminuição das marcas- rugas e algumas manchas. 
Experimentei usar à noite, mas dei-me melhor com o uso durante o dia, tendo sempre extra cuidado de aplicar o protector solar (coisa que faço em quase 365 dias no ano); Juntamente com este producto, o sol sem protecção pode fazer pior do que melhor à pele, por isso esta regra é importante de seguir.  

.Wycon - Double Wipes - toalhitas bifásicas para retirar a maquilhagem. Comprei a embalagem só como experiência, porque nunca tinha acertado em toalhitas que realmente dessem bom resultado, mas realmente gostei dessas. Macias e com umas "bolinhas" que parece actuar bem na remoção da maquilhagem.

.Elvive - Aceite Oleo Extraordinário - descobri no Verão e se eu gosto, acho que deve ser fantástico para quem tem o cabelo grosso e que precisa de alguma leveza. Esta máscara serve para utilizar antes, durante ou após o banho. Apesar de ser "azeite", não deixa o cabelo pesado e nota-se o brilho (sem ser oleoso). 

.Vichy Neogenic - Shampoo redensificante -Experimentei depois do Niox (= presente na categoria "não voltaria a comprar") e gostei muito.
Faz bastante espuma o que impede que o cabelo fique todo emaranhado e penso que limpa bastante bem o couro cabeludo.


Não voltaria a comprar

. Nioxin 4 - Tratamento anti queda - comprei o kit de 3 produtos: shampoo, condicionador e tratamento do couro cabeludo.
Não gostei particularmente. Não esperava milagres e comprei porque estava a precisar de shampoo e o preço do conjunto era bom. 

.Bioré - "sabonete" para lavar a cara; comprei juntamente com a segi«unda leva de protector solar da cara. Achei "se gostei tanto do protector, de certeza que vou gostar deste sabonete". Wrong!!!!! Acho que a pele fica muito seca e sempre que me entra alguma particula nas narinas, fico com aquela sensação de estar a "comer sabonete".

.Real Techniques - Miracle Sponge - Esponja para aplicar base. Adorei nos primeiros dias. Facilita muito a aplicação e disfarça as imperfeições da utilização apressada do dia-a-dia.
Passados uma(s) semanas, começa a desfazer-se e fiquei com bocadinhos da esponja na cara. Comecei a usar a esponja na outra face e a cena repetiu-se.
Ainda estou na dúvida: o lote desta esponja estava estragado ou é mesmo assim e por isso é que vejo frequentemente à venda o conjunto de duas, dada a sua curta duração???



Ainda em teste

Estes são 3 produtos que foram adquiridos em Dezembro, por isso ainda estão em fase de testes ( apesar de estar a gostar bastante).
O seu "senão" é mesmo o preço:  pouco acessíveis para serem comprados frequentemente (para a minha carteira, óbvio);

Estes 2 produtos vinham na "minha box de Natal" (from me, to me), que comprei no site Feel Unique.

.Emma Hardie - Moringa Cleansing Balm : se eu achava que limpava o rosto na perfeição...era ledo engano e só me apercebi disso depois de usar este produto.
É um balsamo que se passa na cara, massaja-se e a maquilhagem e impurezas dissolvem-se.; depois
passa-se com uma toalha húmida...e se for branca, certamente que se vê o que eu digo. 

.Philip Kingsley - Elasticizer: é um pre-shampoo; ou seja, aplica-se antes do banho e deixa-se actuar. Como o preço é alto, retraio-me sempre na aplicação e acabo por ficar na dúvida do : "e se aplicasse mais, será que o resultado seria melhor?"

.Vichy - Liftactiv Serum 10 Supreme (10% de Rhamnose e Acido Hialuronico). Como é serum, é muito levezinho e gosto da consitência. Mudava seguramente a forma de aplicação. Tem um "conta-gotas", mas como vem muito produto agarrado à "palheta", acabo por nunca usar o sistema. Provavelmente só tirarei proveito quando o frasco estiver mais vazio. 32€ na farmácia;

Neste campo dos cremes e afins, acho que não há uma receita fixa e mesmo que hoje resulte comigo, amanhã pode já não ter o mesmo efeito e aí a equação tem de ser reajustada.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

2017 - Janeiro - 3 e 4 e o final do mês

Veio Janeiro e parece que a grande preocupação jornalística foi o tempo.
Como se nunca tivéssemos visto antes o primeiro mês do ano com frio, chuva e quiçá alguma neve.
Sim! o meu carro marcou -5ºC; um dia, à hora de almoço, apesar de um sol fantástico, estiveram 4ºC; outros dias caiu geada suficiente para ficar mais branquinho que o habitual...mas nada de "anormal" e que merecesse reportagens onde os entrevistados respondiam "pois, está o normal". Não obstante, e para me "guiar" de ano para ano, gosto de registar as ocorrências, incluindo as condições meteorológicas.
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No sábado, dia 21 tive de ir trabalhar de manhã, Já referi anteriormente, mas ir trabalhar ao sábado (sem outro dia de compensação), "corta" o fds de uma tal maneira, que parece que nem o sinto. 

No domingo, esteve um dia de sol e fomos passear e brincar no Parque das Caldas da Rainha - que é um sitio que me traz sempre boas recordações e vontade de voltar lá mais vezes.



A semana foi mais do mesmo, mas consegui aproveitar algumas das "semi-hora-de-almoço" para tratar de roupas e outros assuntos.
...e do frio, passamos à chuva - que para mim é menos agradável que o frio
...

 Sábado 28

Nos dias de trabalho ou quando tem mesmo que ser, não me incomoda nada levantar cedo (até porque sou das "manhãs" e nunca fui da "noite".) Na sexta, deitámo-nos tarde para o habitual porque fomos beber chazinho com as amigas e no sábado deixei-me dormir " até querer".
Depois de acordar, andei a fazer uma corrida comigo mesma, com o objectivo de conseguir deixar a casa limpa e organizada até à hora de almoço.
À tarde, fui arranjar as unhas, fazer uma visita extremamente necessária ao cabeleireiro (meter cor), fui lanchar "fora"sozinha, fui ao supermercado, voltei a casa, despachei-me e saí de novo para jantar fora com as outras amigas (ex colegas de trabalho).

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Sinceramente, nestes jantares é mais importante porque a conversa em dia, do que propriamente comermos, mas se conseguirmos aliar as duas coisas, é ouro sobre azul. Basta dizermos: mesmo sitio, mesma hora e só fica por definir o dia.


Domingo 29
Foi dia de ronhonhar em casa: ler, cozinhar, zapping e todas aquelas actividades inerentes a um dia de chuvinha miudinha.



Dia 30
A "escolinha" fez uma acção com o objectivo de enriquecer a ludotoca: os pais contam um história aos meninos da sala e o livro fica lá. Como na 2ªf, teria de aliar outros compromissos, inscrevi-me nesse dia. Apesar de ter pedido o dia de férias, acabei por ir 2 horas, mas cheguei a tempo de contar a história....da Patrulha Pata :)  
À tarde, o Diego teve consulta em Lisboa e por outras razões (nada relacionadas com saúde) passei dos piores apertos do coração da minha vida. Experiência a não repetir.

 ...mais um dia e fechámos o primeiro mês de 2017.
Não foi um mês mau, e isso só pode ser positivo = ver o copo meio cheio.