quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Buddha Eden Garden - Quinta dos Loridos

Há uns dias, aproveitamos uma viagem e resolvemos revisitar o Buddha Eden Garden - Quinta dos Loridos, na zona do Bombarral.

A última vez terá sido em 2009 (?), quando ainda não se pagava entrada e andavam lá menos de 10 pessoas! O conceito não se alterou, mas a obra cresceu e tornou-se uma atracção turística não gratuita - mas em abono da verdade, requer muita manutenção e investimento e isso tem de ser pago, não é?

É o maior jardim "budista" da Europa e acho que são umas horas bem passadas e num espirito mais zen. Além disso, penso que é um tema não explorado em mais nenhum sítio de Portugal. Ou estarei enganada?
Pagode - onde se podem encontrar muitos peixinhos KOI 
Dentro do Pagode - Nós com os "cabelos ao vento"...
Algumas das estátuas de Terracota.

Este projeto nasceu da ideia de Joe Berardo em "resposta" à destruição destas peças de arte, por parte do Governo do Afeganistão.
Certamente que não era eu que me lembrava disto!

Atendendo a que tínhamos connosco um bebé de 4 meses e sabíamos de antemão a extensão e inclinações do complexo, abrimos os cordões à bolsa do optamos pela opção de tudo incluído = 5.50€ cada. 
O comboio passa de 15 em 15 minutos. Dado o aglomerado de turistas, só conseguimos entrar na segunda volta. Para além disso, levávamos o carrinho desmontado (que foi aos nossos pés) e precisávamos de espaço para o ovinho. 

Os bilhetes estão divididos em duas categorias: 
.visita ao Jardim - 2.50€ (entrada gartuita para crianças até 12 anos); 
.visita ao Jardim com viagem de comboio- 5.50€ (crianças até aos 3 anos não pagam a viagem de comboio).

A viagem é rápida - os tais 15 minutos - mas tem a vantagem de ter 3 pontos de paragem, onde os visitantes podem sair, tirar fotografias e voltar a apanhar o próximo comboio nesse mesmo apeadeiro. 







Os Budas Dourados...sendo difícil conseguir o enquadramento para a fotografia, já que estão sempre pessoas a passar e a querer o mesmo cenário.
 O meu pequeno Buda.

Notei que a nível de Budas Dourados, estátuas de Terracota... não houve grande diferença (pelo menos no estilo!), mas há muito mais esculturas e instalações de linhas e artistas modernos. Gostei bastante desta inovação.


Mãos de Ferro

Falando em comboio, até parece que o jardim tem uma dimensão enorme!? É considerável. São 35 hectares... mas faz-se bem a pé. Convém é ter em conta: 
. algum nível de inclinação;
.o facto de ter sítios bem ventosas (ou será que tive azar nas vezes que fui lá?);
.a calçada dificulta um bocadinho o andamento dos carrinhos;
.calçado confortável e fechado ajuda muito. Fui de sandálias rasas (confortáveis), mas fiquei com os pés cheios de pó.
.se quiserem tirar muitas fotos "individuais", convém ir a um dia de semana. Ao fim de semana há mais gente , incluindo autocarros/excursões organizadas e para se tirar uma foto, sem apanhar desconhecidos, é uma questão de muita paciência.
À entrada/saída tem uma loja de vinhos, onde se mete em evidência a "marca da casa" , especialmente da região de Setúbal. Como não temos orçamento para grandes aventuras, trouxemos 3 verdinhos por 5.00€ no total (e olhem que é bastante saboroso!!).
Para se ir à loja, não é necessário entrar nos jardins, por isso, qualquer pessoa pode ir lá.
Horário: 10h-19h - pelo menos nesta altura do ano - todos os dias.

Para chegar: ir pela A8, apanhar a saída 12, virar à esquerda...e andar uns 5 minutos (de carro) seguindo as setas.

.O parque de estacionamento é grande,gratuito, mas estava cheio!
 Horário dos Jardins: 10h-18h30 - pelo menos nesta altura do ano - todos os dias.

Mais informações oficiais aqui (mas pelo que vi, os horários estão desactualizados!).

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

As time goes by...

Mais um passado. A contagem já vai em quatro meses de encanto pelo meu homenzinho. Todos os dias ele faz uma descoberta nova, especialmente a nível sensorial. Eu fico maravilhada com a "evolução da espécie". Olho para o lado e de repente já agarra com as duas mãos, já vai procurar por iniciativa própria os bonecos que gosta mais (obviamente que estão todos ao seu redor!), já agarra a chupeta e a procura enfiar na própria boca - de uma forma atabalhoada, até já foi bem sucedido na tarefa. 
A saída dos 3 meses e entrada nos 4, tem tido alguns contratempos como vómitos, falta de apetite, febre..., mas nada de alarmante ou que o faça perder a boa disposição. Vamos ficar a monitorizar a situação e logo se vê como evolui.

Contamos passar os próximos 30 dias a três e iniciaremos algumas etapas que garantam uma boa dinâmica familiar que terá de ser ajustada. Não obstante ao que o futuro nos trará, não posso deixar de assinalar algumas coisas nos últimos 15 dias: 

.Encontro anual com a Rute e já ficou prometido um próximo. Se não for antes,  que seja pelo menos na Feira Medieval de Óbidos de 2015!
O ano passado ainda não sabia que estava grávida. Este ano levei o Diego comigo.
Diego e a prenda da "tia".
Por mais que eu lhe explique o quanto gosto dele, é difícil ele perceber a imensidão da coisa...

.Picnic familiar para matarem os desejos por sardinhas (onde eu...e os cachopos comemos carapau!). Não conhecia aquele parque da Valada - Santarém, mas tem todas as condições para se passar um belo dia na natureza. De salientar que tem WC´s públicos em condições razoáveis (eu e os xixis...). Pena foram os milhares de moscas que apareceram para o petisco... mesmo sem terem sido convidadas.

.A nível alimentar, andamos mais ou menos como aquele anúncio em que só se compra o que está em promoção. No nosso caso, dou prioridade ao que a família nos oferece. O menu não é "qualquer coisa com tomate", é mesmo um "tomate...com qualquer coisa". 
 .Tomates 
Pepinos 
.Pimentos Verdes 
.Beringelas

Além disso, tenta-se gastar o que ainda está disponível na arca e na despensa. Quando vi esta receita aqui, resolvi experimentar o empadão de grão de bico, mas com bacalhau. Atendendo às minhas características de não seguir as receitas, tirei a ideia e fiz conforme quis. Muito bom! mesmo!!
Empadão de grão de bico e bacalhau.

A quem estiver oficialmente de férias, só posso desejar que aproveitam ao máximo tudo o que conseguirem. Se o tempo não colaborar, tentem tirar proveito de outras coisas e estejam com os "vossos" (aqueles que realmente importam!).

Boas férias!!!

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Um caso cabeludo...

Como é do conhecimento geral ( ou não!), a minha "área capilar" é dos sítios onde mais dinheiro tenho investido. Isto desde 2000 e troca o passo...
Sabem quando as mulheres se sentem invejosas com alguma coisa no corpo de outra mulher? Pois...a coisa que eu mais invejo é uma farta cabeleira e ver cabelos novos espetados a nascer! Esqueçam lá as coxas trabalhadas e os braços definidos! Se eu pudesse açambarcar alguma coisa de outra pessoa, era um cabelo mais farto.
Com a gravidez, não dava para fazer grande coisa, já que a maioria dos produtos eram contra indicados. Estava perfeitamente mentalizada que só iria retomar os tratamento lá para Outubro (supostamente seria quando deixaria de amamentar). Como as coisas tomaram outro rumo, deixou de haver razão para não atacar o mal pela raiz!
Alguns dias depois de ter parado a amamentação por completo, voltei aos cuidados capilares. Durante a gravidez o cabelo andou "o normal". Não senti "aqueles" benefícios todos que algumas mulheres falam - que fica forte, maravilhoso, brilhante... Mas lá está! cada organismo reage de maneira diferente.
No pós parto, a queda foi horrível e assustadora, mas mais uma vez, já estava preparada para isso. Curiosamente, o Diego também andava na fase de perder muito cabelo, ao mesmo tempo que eu. A diferença é que o dele vai crescer sem ajudas. O meu, se não tiver ajudas não nasce!

Este tratamento foi-me prescrito pelo dermatologista há anos e sei que não o posso abandonar por muito tempo. Os resultados só começam a ser visíveis passados 2 ou 3 meses. Neste momento já noto que tenho muitos cabelinhos novos a nascer. A quantidade não é a ideal, mas pelo menos dá-me ânimo saber que não estou com queda abrupta e que estão em franca renovação. 

Resumindo, estou a fazer o seguinte:

.Folcare (Minoxidil)  de manhã e à noite. Como ainda estou em casa, fica bem mais fácil de manter a rotina. Uma embalagem com 3 frascos de 60ml cada, ficou a 47.18€.
Quando o dermatologista prescreveu o minoxidil, eu mandava fazer um manipulado na farmácia porque era mais em conta (conselho do Drº!), mas o preço aumentou tanto, que começou a ficar equiparado às formulas já preparadas e aí, mudei para o Folcare.

.Ecophane (vitaminas). 1 vez por dia. Apesar de saber que o pó faz um efeito mais rápido, comecei com os comprimidos. A verdade é que sempre tive problemas em conseguir dissolver bem o pó na água e aquilo ficava sempre uma "nheca" sem conseguir aproveitar tudo. Lá me lembrei que poderia experimentar juntar o pó ao iogurte (vem aconselhado na bula). A primeira experiência não correu bem. Só tinha em casa iogurtes magros com pedaços. Ora aquilo ficou para lá de doce! Resolvi comprar iogurte natural e devido à minha rotina actual, posso comprar "os baldes"e decidir a quantidade de iogurte que quero comer! In love com o Grego Ligeiro do Lidl.
Nota: estas vitaminas também são para as unhas, o que no meu caso nem é assim muito necessário.

Os cabelinhos novos que nascem, são quase que uma penugem e alguns com parca pigmentação (pelo menos no meu caso). Este renascimento é um efeito do minoxidil (Folcare), mas para que eles se aguentem é necessário que sejam vitaminados, daí o Ecophane.

.Ecophane Shampoo - eu usava um específico para a queda, mas quando acabou, resolvi comprar também da Ecophane. Ainda não tenho um feedback porque não usei vezes suficientes para saber se gosto ou não.

.Diane 35 - pilula que me ajuda a regular as hormonas. Prescrita pelo dermatologista e confirmada pela ginecologista na revisão pós parto.

Se um tratamento para a queda ou alopécia androgenética sai barato? Não, não sai! 3 meses = mais de 150€!,  mas no meu caso prefiro prescindir de outras coisas e conseguir fazer o tratamento. As prioridades de cada um são pessoais e intransmissíveis.
Durante alguns anos, pequei por ter feito tratamentos só nas cabeleireiras (e nem por isso gastei menos dinheiro!). Em casos de "queda de mudança de estação" ou pontuais, penso que pode resolver, mas nos casos mais difíceis (onde o meu se integra), o melhor mesmo é investir numa consulta de dermatologia, já que as variantes são muitas e o que resulta para uns, pode não ser o mais indicado para outros.  

Ecophane - ambas as opções dão para 1 mês de tratamento.
Lata = Comprei a primeira na farmácia por 37.95€, mas consegui outra por 36.30€ na Well´s.
Comprimidos = 24.90€
 A mistura bombástica :) Iogurte e vitaminas para o cabelo!
 O iogurte antes de misturar tudo: iogurte grego ligeiro, vitaminas, farelo de aveia, linhaça, chia, sementes de girassol e amêndoas torradas. É mexer e comer!
Ecophane Shampoo

Espero que a minha partilha possa contribuir positivamente para resolução de alguma situação de queda.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Roupa na gravidez

Nota: Alguns dos posts que tinha escrito em Outubro 2013 foram apagados. Uppsss. Suponho que a culpa tenha sido minha e tenha feito isso através do telemóvel. Aproveito agora para refazer o post sobre as alterações de "guarda-roupa" durante a gravidez e por isso, algumas fotografias são repetidas por aqui.
Já estou pronta "para outra" e ainda ando a publicar coisas da gravidez, mas são coisas que não quero esquecer.

Setembro e Outubro 2013

Consegui usar as mesmas calças até Outubro, mas depois começaram a apertar e deixei de me sentir confortável. 
Relativamente a "partes de cima", precisava mesmo de investir em básicos - independentemente da gravidez - e por isso, resolvi comprar camisas na "Primark" e pensei que também seriam ideais para usar na Primavera/começo de Verão, especialmente se estivesse a amamentar, uma vez que tinham um bom decote e botões. 
Durante 2 meses (até começar a fazer mais frio) foi a "fardinha da banda" por estes lados. 








A meio de Setembro, em jeito de precaução, comprei umas calças pretas na "HM" com a cintura semi-subida - dará para vestir mesmo depois de parto. No entanto, no final de Novembro começaram a apertar na barriga...e como não estava para sofrer, foram postas de lado.
03.11.2014
Com praticamente 16 semanas, precisava de alguma coisa confortável para levar a um batizado, mas não queria gastar muito dinheiro. Por 29.95€ foi o ideal, já que o efeito tulipa dava espaço para a barriga.

O melhor investimento da gravidez: 2 pares de calças iguais da "HM". 
Cada um custou 39.95€, mas foi o dinheiro mais bem empregue de sempre. Desde que as comprei foi só o que usava: veste, lava, passa, volta a vestir. O "decote" subido dá um conforto excepcional; são bastante macias e strecht - fiz os exercícios do 2º modulo das aulas de parto com elas vestidas e conseguia na perfeição (com aquele horário, não tinha tempo para trocar de roupa).
Antes da gravidez vestia o 40/42 de calças (e 36 na parte de cima!). Obviamente que as ancas não diminuíram, mas surpreendentemente não aumentaram muito e não passei do 42.
(Nota pós parto: começo a desconfiar que o volume acumulado nas ancas quer permanecer por aqui....)


A parte de baixo acabou por ser sempre estas calças que depois ia conjugando com camisolas básicas de algodão (preto, branco, azul) - também "Primark" - e com casacos de malha.
30.10.2013


20 semanas.


Para a viagem a Amesterdão, tive de ir mais agasalhada e com mais camadas e não larguei os cachecóis e lenços.




...e quando a Primavera retornou continuei a usar os casaquinhos (que parecia terem encolhido). 

31.03.2014

06.04.2014 - 37 semanas
A minha camisola "Mickey Minnie" acompanhou-me sempre.

Resumo relativo à roupa: propositadamente para a gravidez só comprei 3 pares de calças. Todo o resto que adquiri nestes 9 meses, foram pensados para usar no pós parto...e depois, fui-me remediando com o que já tinha. Ficava tudo mais justinho na barriga, mas dava na mesma.
Desde os 18 anos, sou eu quem paga a minha roupa e estes foram os meses da minha vida em que menos comprei coisas para mim e não me faltou nada! Foi um "vira o disco e toca o mesmo", mas desde que não estivesse sujo, não me importava.