sábado, 28 de dezembro de 2013

Uma espécie de Apple Pie

Não! não voltei ao açúcar. É uma sobremesa sugar free.
Premissa:
 .maçãs macias demais que eu sabia que já não ia comer (eu gosto muito de maçãs...mas bem rijinhas!); 
.massa folhada quase, quase a passar de validade ( e o meu psicológico impõe-me limitações e se passar da meia-noite do dia limite já não me sabe bem) .

O que é que eu podia fazer? 
Uma espécie de tarte de maçã muito simples e rápida.
Ingredientes:

. 5 maçãs
.1 embalagem de massa folhada -30% gordura
.canela em pó
.1 pau de canela
.noz moscada
.1 ovo
.sementes de chia

.Descascar e cortar as maçãs.
.Adicionar canela em pó qb, 1 pau de canela e uma pitada de noz moscada (que o sabor fica bastante forte se for mais do que uma pitada);
.Juntar um bocadinho de água e deixar cozer (não juntar em demasia porque as maças irão deitar ainda mais água);

 Tinha comprado esta massa folhada para fazer com salmão, mas entretanto não se proporcionou.

Apesar de ter "supostamente" -30% de gordura, não deixa de ter bastante.

Estender a massa numa forma, furar com um garfo,  retirar o pau de canela do preparado e dispor.
.Fechar um bocadinho a massa e aproveitar as sobras para fazer uns enfeites - que atendendo à minha aptidão e paciência para trabalhos manuais, ficou com um aspecto rústico ;
.Bater 1 ovo e pincelar a massa; 
.Polvilhar com sementes de chia;
.Levar ao forno a 200ºc por 20 minutos.

Notas:
.Garanto que não é preciso adicionar açúcar de espécie alguma e que fica doce na mesma;
.Para a próxima tento eu fazer a massa (mesmo que não seja folhada) para ter menos gordura;

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

E foi assim o Natal de 2013!

O Natal já passou (oficialmente acaba daqui a umas 2 horas).
 Parece que passamos tanto tempo a preparar os detalhes e numa noite culmina tudo. Puff...já era! 
Seja como for, gosto do espírito que rodeia esta quadra, gosto das semanas que antecedem a noite.

Os dias que antecederam foram assim:

Dia 19 de Dezembro.

Ecografia das 22 semanas : está tudo normal e o bébé está a portar-se bem no crescimento = 516gr - quase um homem feito!

À noite, eu e a Cris fomos ao Meo Arena para assistir ao concerto de Natal das Manhãs da Comercial.
O bilhete teve desconto em cartão do Continente em 50%, por isso o preço ficou bem convidativo.
Obviamente que a principal atracção era a Popota (os outros mais de 20 artistas intervenientes não tiveram a minima influência!)

 14.000 pessoas já com idade para se portarem bem e não fazer mochada. Pessoas que estavam lá para se divertir de uma forma "adulta", mesmo os mais petiz! e é assim que eu gosto das coisas - espontâneas mas "bem comportadas".

O sábado 21, foi bastante dedicada à empresa: de manhã reunião de todos os colaboradores com o chefe e à noite jantar de convivio.

A minha sobremesa (para não variar muito!) foi um pedido especial: "Pode ser só fruta?"...pois está claro que pode!

Tenho tirado poucas fotografias em geral. Tenho tirado poucas fotografias à comida em particular.

E como é que foram os "excessos de Natal"? 
Doces, sobremesas, fritos, chocolates = zero; não lhes toquei, não senti falta absolutamente nenhuma; devo de dizer que o que parece "sacrifício" não é sacrifício.   
Laranjas, maçãs, queijo, leite, proteínas, "nabetas" (grelhos e nabiças)....muito! Os pequeno almoço e os lanchinhos vão bem, mas tenho de repensar a quantidade dos pratos principais. Tem sido: um para mim, um para o feijão - e ainda que seja de qualidade o menino não precisa de tanto! Junta-se a fome à vontade de comer : os diversos convívios que há nesta época (aniversários, festas de Natal disto e daquilo) o apetite "aumentado" e o pouco exercício que tenho feito. Ver se melhoramos esta área (e fiquei com a sensação de já estar a repetir esta conversa!).

Nada a ver, mas tudo a ver...

Um fornecedor (da empresa onde trabalho) optou por fazer uma oferta diferente das tradicionais garrafas de vinho, bombons e bolos-rei: maçãs. Uma caixa de maçãs "locais". Para mim, seria a oferta perfeita! 



A noite de Natal em si:
 Foi passada "em casa da avó". A avó está no lar e por razões de estabilidade - física e psíquica - optamos por não a levar ao nosso convivio, mas esteve presente em todas as histórias. Afinal, se não fossem os meus avós não haveria 5 filhos, 12 netos, 8 bisnetos...
 Tudo muito tradicional: bacalhau com todos, muita confusão, muito barulho, muita família! The best!!!
e depois desta maratona,

...o dia de Natal clamava por pijama.
 Pequeno almoço "à beira" da árvore de Natal e com o calor da lareira. Para grande pena minha, o dia do pijama  não se concretizou por completo (compromissos "sociais"). Para o ano é que vai ser!

As prendas que recebi não eram destinadas directamente a moi meme, mas sim para o baby e obviamente que fiquei contente por se lembrarem do feijãozinho. Tudo fofinho e sem "azul bébé" em exagero.
O meu "maior presente" já foi revelado em Agosto e não há nenhuma bem material que possa superar isso.
"Tias", "avós", "família" que já o mimam muito.

Espero que a vossa época natalícia tenha sido igualmente boa.

domingo, 22 de dezembro de 2013

Paris...e o meu ponto de vista.

Planear uma viagem, acaba por ser um processo bastante pessoal. Pode ser do tipo de pessoas que vá à descoberta...sem ter nada estudado previamente, pode ser do tipo hiper-super-meticuloso que planeia até ao mais ínfimo pormenor, ou pode ser um meio termo. Eu encontro-me incluída no meio-termo - gosto de estudar a cidade, planear os percursos, mas também gosto de ter não ser muito rígida nos planos.

Se vou viajar, a intenção é aproveitar bem o que a cidade tem para oferecer - falo em "cidade" porque na realidade, os sítios que mais gosto de ir e ver acabam por ser cidades. No entanto, já lá vai o tempo em que fazia bolhas nos pés de tanto palmilhar todos os cantos. Actualmente, prefiro fazer uma visita geral à cidade e depois escolher o que realmente me interessa ver. Apesar de ter descoberto os sighseeing tours um bocadinho tarde, acho que são a escolha perfeita para ter a panorâmica geral sem ter de fazer o percurso todo a pé - para além de servir de meio de transporte entre os principais pontos e atracções.

E esta lenga-lenga vem a propósito de quê?

Nos destralhes que tenho feito em casa, descobri que me faltavam alguns guias da Lonely Planet. Há excepção de um  (que não fazia a minima ideia do seu paradeiro), sabia que os que faltavam estavam em mãos amigas.
Continuando as limpezas descobri uma pastinha só com coisas sobre Paris - guias, mapas, folhetos, facturas, notas...tudo isto datado de Junho 2009. Ter feito esta descoberta 4 anos e meio depois, fez-me pensar. É impressionante que já me tinha esquecido de 50% dos pormenores. Sei que não quero guardar tanta papelada por mais tempos e sei que se não escrever, nunca mais me vou recordar dos detalhes.
Assim sendo, vou tentar pegar nas papeladas acumuladas e escrever posts sobre alguns sítios já visitados. Pode servir-me como guia numa futura viagem e pode ajudar alguém que precise de dicas não profissionais.

Paris é o primeiro destino.


A minha relação com Paris remonta a 2001 - ou qualquer coisa parecida. A primeira viagem foi a trabalho e confesso que não morri de amores pela cidade. Não achei aquele "je ne c´est quoi". Não fiz aquele clique. Voltei mais algumas vezes - sempre a trabalho - e fui-me apaixonando. Hoje em dia está no meu top 3 de cidades que mais gosto.
Em 2009 decidi(mos) fazer uma espécie de lua de mel em Paris. O plano desse ano incluía: acabar a construção da nossa casa em Abril, as mudanças a seguir e a viagem no final de Junho para comemorar os nossos 9 anos e o inicio de vida em comum. Tudo errado! As obras atrasaram e só me mudei totalmente em Setembro/Outubro, mas a viagem estava marcada e não deixamos de ir.

Notas:
A maioria das fotografias é de 2009, mas também houve espaço para algumas de 2006.
Atendendo a que a minha memória não é assim tão boa, não sei exactamente a ordem dos sítios visitados.
Alguns preços já devem de estar desactualizados.


Torre Eiffel

Construída em 1889 continua a ser o simbolo de Paris.

Sair no M de Trocadero e ficar no "Palais de Chaillot" significa uma vista privilegiada para a Torre Eiffel. É natural que se encontrem bastantes "marroquinos" e africanos cheios de souveniers para vender. Se alguma coisa interessar, podem sempre tentar conseguir um preço mais em conta. Regatear é pratica corrente.


Fotografia de Agosto de 2006. Com tanto nevoeiro e camisola de capuz, nota-se mesmo que era Verão!

Chegada à Torre Eiffel há que ter paciência e aguentar as filas. No Verão, custa ficar ao sol. No Inverno custa ficar ao frio. Mas penso que, independentemente da estação, vale a pena.


Vista enquanto subíamos.


Hotel des Invalides

M Invalides - Hotel des Invalides - Musée de l´Armée
Visitar este museu foi uma escolha do homem. 



Ponte Alexandre III

Paris é uma cidade com algumas pontes emblemáticas, como a Pont Neuf - ponte mais antiga de Paris, mas para mim, a Pont Alexandre III é a mais bonita de todas. 


Notre Dame


Sainte-Chapelle

M Cité - Saint Chapelle

Louvre

É o maior museu do Mundo. A maior atracão é sem dúvida a "Mona Lisa" de Da Vinci. Vale a pena ser visitado pelo menos uma vez, mas se o tempo está contado à hora  acho preferível "viver" Paris do que ir ao Museu - mas cada qual é que sabe dos seus interesses e prioridades.
Eu já tinha visitado. O P. não quis entrar e eu concordei.

(Acho que o filme "O código de Da Vinci" dá uma ideia de como é o museu.

M - Palais Royal  ou Louvre 

A Grande Pyramide - que para mim estará sempre relacionado com o Tresór da Lâncome! - quem é assim rapariga da minha idade, certamente que se lembra do anúncio.

Seguindo Louvre abaixo, encontramos o Arc du Carrousel 
...e o Jardin des Tuileries.

Champs-Elysees e  Arc du Triomphe

Se estiverem com vontade de andar a pé, podem passar pela Place de La Concorde para ver o Obelisque e apreciar a vista dos imensos Champs-Elysees que culminam no Arco do Triunfo.
Pelo meio,  passam pelo Lido - que não se vê grande coisa, especialmente de dia, mas a minha principal atracção dessa avenida é a..Sephora! A primeira vez que lá fui fiquei maravilhada. Uma loja enorme e ampla, desconhecida em Portugal - na altura pareceu-me mágico!
Ver as filas para entrar na Louis Vuitton também é engraçado - milhares de japonesas, chinesas, árabes - a saírem com sacos enormes. Esta é uma coisa que provavelmente nunca vai acontecer comigo. De onde não há, não se pode tirar, certo?

Se não quiserem fazer o percurso todo a pé, sair no M em Franklin D Roosevelt é uma boa opção



Le Quartier Latin

Panteão

A saída do M Luxembourg  ou Cluny dá acesso ao Pantheon. Estão aqui sepultadas as maiores personalidades de França. Sinceramente, acho que é uma visita dispensável. Não gostei mesmo.



La Sorbonne

Em compensação, gostei de passar pela Sorbonne -  a maior universidade do país.

Nessa área há o jardim mais bonito de Paris - opinião pessoal - o Jardin du Luxembourg.
A Primavera e o Verão são as alturas ideais para os passeios nos parques...  
...e para fazer picnics!
É assim um ritual que temos. Vamos comprar comida e fazemos o nosso picnic. Com direito a garrafinha de vinho e tudo!...e de sermos mandados sair pela policia. Nós e mais umas 500 pessoas!

Hotel de Ville

2009 - toda eu era um arco íris...


Madeleine 

M  Madeleine

 Musee d´Orsay

M Musee d´Orsay 

 Montmartre 

Zona com ruas íngremes, pequenas pracetas e um espirito boémio.

Gare du Nord

Sacré- Coeur
M - Anvers  - Sacre Coeur - com uma escadaria imensa que, nos meses de bom tempo fica inundada de gente jovem/menos jovem, que levam comida e bebida para compartilhar.
A vista panorâmica vista de Montparnasse.

Pigalle

Moulin Rouge


Centre George Pompidou
 Centro de Arte Moderna

Foi aqui que o meu cão ganhou nome...mesmo antes de o termos.


 Academie Nationale de Musique


Galerias Lafayette

M  Chaussée d`Antin La Fayette
Grandes armazéns onde se pode encontrar tudo. Mesmo que não se compre nada, é daqueles pontos turísticos a não perder. A arquitectura art deco é deslumbrante. 
No ultimo andar podemos encontrar um restaurante self service - que serve comida decente a preços aceitáveis. 


Versailles

Quem tiver oportunidade, reserve um dia para ir a Versailles. 
Fica a cerca de 20Km do centro de Paris, mas é bastante fácil apanhar transporte. O Palácio tem uma grandiosidade inimaginável. Once and again, é melhor haver uma preparação psicológica para as filas de entrada. 
O preço dos bilhetes é variável consoante a área que se quer visitar. A tarifa que escolhemos dava acesso a tudo e tinha os "audioguides" incluídos =  25.00€ cada bilhete.
...e mais uma vez, os meses mais quentes são perfeitos para desfrutar do charme dos jardins E-N-O-R-M-E-S. Saí de lá com uma estafa daquelas e a arrastar os pés.

Coisas Práticas:

Planificação das viagens - apesar das prioridades se alterarem, mantenho o modus operandi pré-viagem:
- descobrir bilhetes de avião em conta;
- marcar hotel -sempre com possibilidade de desmarcar - pode haver algum contra-tempo e também pode aparecer outra oferta de alojamento mais interessante;   
- ler e pesquisar sobre o destino;
-consultar e escolher um bom guia - a internet tem muita coisa, mas estando num local estranho e por vezes sem internet, convém ter uma suporte confiável em papel ;
-estabelecer um roteiro e actividades que quero fazer;
Depois de chegarmos ao destino, vamos ajustando a planificação. É uma das minhas tarefas da noite: olho para os mapas, para as notas e decidimos o que fazer no dia seguinte - depende das condições atmosféricas, das áreas que concluímos ter mais interesse, do cansaço acumulado...

 Guias Lonely Planet e American Express
Já na cidade - comprei o mapa "Paris Monumental" - muito prático porque tem os desenhos das atrações.
Já o meu jeito de dobrar os mapas é nulo. Andam sempre amaranhados!

Alojamento

Nas primeiras vezes, o alojamento era tratado pela agência de viagens - Apesar de ter sido há pouco mais de 10 anos, a internet ainda não oferecia serviços assim tão confiáveis. 
Também me alojei algumas vezes nos "Ibis". Luxo não há, mas os preços era simpáticos e para dormir 1 ou 2 noites era perfeitamente aceitável.

Em 2009, ficamos no  Grand Hotel Français marcado no "booking.com"- onde aliás faço quase 100% das minhas reservas e estou muito satisfeita (apesar de procurar em outros sites igualmente fiáveis) 

O hotel estava localizado na Rue Boulevard, perto da saída de "Voltaire". 

Não é muito grande, mas é limpo e o serviço decente. 

Normalmente, um dos meus requisito nas marcações de alojamento, é ter metro à porta - ou em alternativa, outro meio de transporte disponível...  Acreditem que, quando passamos o dia a andar de um lado para o outro, só queremos subir a escada do metro - se ainda houver força para isso - e não dar mais de 10 passos até à entrada do Hotel. Está perto da saída de Rue de Boulets.

Ficou cerca de 125.00€ por noite.

Aeroporto e transportes

Fomos para Charles de Gaulle e regressamos por Orly. 
Qualquer um dos aeroportos tem óptimas ligações com o centro da cidade por RER , M ou autocarro.
 

O metro está mais para obra de arte do que para simples utilizações como meio de transporte. Obviamente que depende da estação, mas acho que são todas charmosas à sua maneira.
A rede é mesmo muito extensa e por isso permite que se vá directamente para qualquer ponto da cidade. Atenção que em certas estações de metro em que passam várias linhas é possível andar quase 1km "subterraneamente" para seguir pela linha certa. "Republique" é um exemplo disso.  

Se a primeira paragem a seguir ao aeroporto for o Hotel, é importante saber o caminho a seguir. Andar com as malas a subir e descer escadas, para depois descobrir que afinal a paragem não é ali, não me parece uma ideia atractiva.
 

 
Na altura não havia cadernetas ou passes de dias e por isso, compramos cadernetas de bastantes bilhetes.

Outras ideias

Passeios de barco  no Sena - Fiz uma ou duas vezes e é engraçado porque também se pode sair em diversos pontos turísticos, mas acho que funciona melhor com o tempo quente.

Mercados de Rua - há para todos os gostos e feitios.  

Fazer compras em Paris
Se a minha carteira fosse recheada, havia muito por onde gastar.
Não sendo assim, ficam algumas dicas de sítios moderadamente em conta:

Monoprix - Há um em cada esquina. É uma especie de parafarmácia/supermercado que vende desde cremes, perfumes, roupa...e até comida.  A oferta, depende da localização e do tamanho da loja, mas garanto que há promoções muito interessantes, especialmente a nível de cremes que ficam mais baratos que em Portugal. Neste ramo, se houver alguma coisa que estejam interessadas verifiquem o preço por aqui e já dá para estabelecer uma comparação mais adequada. Muitas vezes até vemos as coisas, mas ficamos na dúvida se é mais barato num sitio ou noutro, e a boa a oportunidade acaba passando!

Sephora - Nos Champs Elysée - Já mencionei em cima. Agora não é assim uma novidade tão grande, mas não deixa de ser uma atracão turística. Merece visita só para ver aquele mulherio histérico.

Galerias Lafayette e Printemps - Como já disse acerca da Lafayette, vale a pena pelo menos dar um voltinha. Comparativamente com o que temos em Portugal, é uma espécie de "El Corte Inglés". Os dois armazéns são bem pertinho um do outro.

Loja da Disney - Nos Champs Elysée. Se tiver filhos = não entrem...ou corre o risco de comprar mais do que precisa.

Comer em Paris

Nos Hotéis onde se alojamos, é usual darem indicações de locais e restaurantes a visitar. Até acredito que sejam bons sítios, mas sinceramente, nunca segui as indicações, uma vez que os preços não estão de acordo com o que posso gastar.

McDonalds - Tento evitar, mas também não é um bicho-papão. Tudo depende do que escolhemos. Se queremos temos mesmo de balancear o orçamento, é uma opção a considerar. 

Pret a manger - Cadeia de comida rápida sem ser tão gordurosa! Sandes, saladas, sopas...mesmo se a intenção for take away pode sempre pedir para levar que eles preparam o saquinho. 

Lafayette Café - no topo das Galerias Lafayette. 

Esplanadas - Sentar-se numa esplanada e desfrutar o ambiente parisience "c´est bon". Atenção ao precário. 

Au revoir!