segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Tempo de mudança

Sou uma rapariga de relações duradouras (pelo menos até aqui). Acho que não sou acomodada, mas certamente gosto de estabilidade e de saber com o que posso contar.

Estive no meu (quase) primeiro emprego durante 12 anos e meio. Estive no meu segundo emprego 6 anos e meio.

Já sabem das minhas "queixas": tempo demais no trabalho que não me deixava tempo de qualidade para o resto da minha vida.
Além disso, depois de ter voltado da licença de maternidade (em Setembro 2014), o facto de ter mudado de funções e de haver muita pressão e stress, também não ajudou à minha satisfação profissional.
Sempre tentei dar o meu melhor, mas obviamente que se uma pessoa não estiver a fazer alguma coisa que o motive e que se sinta realizado, o grau de "compromisso" e satisfação nunca é tão grande.  O que quero dizer é que, apesar dos resultados finais serem bons, eu não gosto de cumprir por cumprir. Gosto/preciso de ter objectivos e metas que me estimulem. 

Só me apetecia dizer a mim própria "get a life!" (para além do trabalho!). Apesar desde aprisionamento físico (e muito mental), eu não podia largar o trabalho e ficar de papo para o ar e viver dos rendimentos (que não tenho!). Chorei algumas vezes (muitas a caminho de casa) e pensava sempre "mas será que não há outra opção?"

Nos últimos 3 anos, apareceram algumas oportunidades, mas nunca se concretizou nada. Sabia aquilo que queria e o que não queria em termos de horários e de organização.
Não andava à cata de nada, mas ao mesmo tempo ia estando atenta às oportunidades.
No final de Julho, tive um contacto com uma boa proposta e de acordo com aquilo que eu precisava e queria. Sabem daquelas coisas boas demais para ser verdade? Fiquei muito entusiasmada, mas ao mesmo tempo não me queria deslumbrar: mais perto de casa, menos horas no trabalho, mais contacto com outras culturas, ordenado decente....e como é que eu não havia de ficar entusiasmada?

A minha rescisão teve um "parto difícil". A chefia não compreendeu as minhas razões e demorou a aceitar, mas depois lá fez o "luto" e os 2 meses de pre aviso correram bem, apesar de muitas vezes me ter sentido pressionada para ficar.

Não sei se a experiência vai ou não dar certo, mas estou muito positiva quanto a isto. Sou daquelas pessoas que acredita que as coisas aparecem na hora certa, mas ao mesmo tempo sei que nos temos de "mexer" para fazer as coisas acontecer.

O primeiro dia corre bem e tive direito a comité de boas vindas e senti-me "bem recebida".
Confesso que não fiquei nervosa, nem ansiosa. Acho que os anos e a experiência nos vão dando "calo" para sermos mais serenos e o facto de ser uma empresa que me é "familiar" ajudou muito na integração.
                                       
"There is nothing wrong with change, if it is in the right direction"

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Was the Summer of `17...

21.06 a 21.09.2017
Foram 3 meses em que não fizemos nada de especial, mas ao mesmo tempo não deixamos nada por fazer. Não viajamos, nem saímos da nossa zona Oeste, mas cumprimos os objectivos. Foi um período de decisões pensadas e de certo modo, foi um verão feliz.


Junho

.Uns dias após o começo do verão, comemorámos 17 anos de relação. Nunca ligámos ao dia dos namorados, mas acho que faz todo o sentido continuarmos a celebrar "o nosso dia".
Escolhemos um restaurante local.


Julho
Julho começou com uma "Jornada informativa" no trabalho para balanço dos primeiros 6 meses e no sitio do evento, estava isto estampado na parede:
Sei lá porquê, mas sei que me senti positiva. quanto ao futuro e...tinha razão.

Sabendo que o verão no Oeste "é o que é", sempre que as condições indicavam "sol e calor"   aproveitamos todas as oportunidades para "gozar o verão".
Parque D. Carlos - Caldas da Rainha

Depois de 2 anos sem gostar de água, o cachopo fez definitivamente as pazes e ninguém o para. Além disso, leva 100% a sério a questão da segurança, porque não entra sem braçadeira e bóia ( e eu não me importo nada e até me sinto mais tranquila com este pedido dele)  

.A escola do D terminou oficialmente, mas ele ainda se manteve por mais uma semana, uma vez que os paizinhos não estavam de férias


Agosto

Não marcamos estadias fora. Os preços nas zonas com sol mais constante (AKA Algarve) estão simplesmente absurdos. Neste momento, prefiro dar prioridade a outras coisas e quem sabe, fazer viagens e sair em época mais baixa.

Desde Barcelona, que o Diego ficou viciado em "comboios" (metro, eléctrico, tram, ascensor...tudo o que passar por uma linha). 
Eu achei que ele is adorar andar de avião, lá bem alto a ver as nuvens...mas não! Foi-lhe quase indiferente. Agora, andar de metro foi para ele o máximo!!: mapas, linhas, abrir e fechar portas...todo um mundo novo que lhe ficou na memória.

Fomos fazer a linha Sintra-Praia das Maças (e vice versa), só para ele também ter uma experiência com um "comboio" diferente

Aleluia! que conseguimos fazer UM dia de praia, cujo tempo esteve simplesmente espectacular.
Nazaré

Feira de Alcobaça par o Diego ir "ao Circo". Luzes, barulho, carrossel...e ele acha que é circo.

...e aproveitamos para passear e fazer actividades sempre que dava.
Com o capacete de andar de bike na cabeça :)

Estivemos os 3 juntos durante 2 semanas e nas outras 2 ele ficou aos cuidados do pai porque eu estava a trabalhar.

Se podíamos ter saído mais e feito mais coisas?
Sim..., mas este ano ainda adequamos muito as nossas saídas às necessidades do Diego. Ele p-r-e-c-i-s-a de dormir a sesta. Não é "cocozice" minha, é mesmo uma necessidade dele que eu sinto que tenho de respeitar.
Cenário 1: quando fomos a Sintra, aproveitámos e rumamos a Lisboa. Nesse trajecto, ele adormeceu e quando chegamos a Belém, acordámos o cachopo. Foi o KAOS! Muita birra de sono e não deu para ver nada.
Cenário 2: vamos a algum lado depois do almoço e ele adormece no carro antes de chegarmos ao destino;
Cenário 3: não dorme depois de almoçar, mas no final, como está tão cansado, deita-se literalmente no chão e adormece sem jantar, sem tomar banho...


Setembro

Setembro é "aquele" mês dos recomeços, mas este ano não o senti assim. Outubro será o meu mês de rentree, mas por um motivo bom.

Para o D foi o voltar à escolinha, após 4 semanas em casa. Fizemos uma espécie de preparação: visitamos a auxiliar no seu trabalho de fds, passamos e paramos ao pé da escolinha, fomos falando do regresso uns dias antes...e acho que até correu bem. No primeiro dia, em casa chorou e disse que "não queria ir trabalhar"( e ainda estava a "dormir em pé", mas assim que o meti no carro aquilo passou e ficou bem.

Desenho que o pai fez para o cachopo:

Após 2 tentativas frustadas, lá conseguimos acertar com o horário dos barcos no Parque das Caldas da Rainha. Promessa cumprida!

E como sempre, aproveitamos todos os raios de sol para dar um "rolé" e desta vez foi por Peniche.

O homem fez anos no último dia de Verão, e fechamos a estação em alta, onde os dois adultos presentes se deliciaram com um Porto de 1977. Comemoração de 40 anos mereceu isto!

O Verão lá vai e entra em cena a minha estação favorita. Estou muito positiva quanto aos próximos 3 meses, que se afiguram de adaptação e saída da zona de conforto, mas em condições muito mais favoráveis para a minha vida futura. It´s not the end. It´s just a new beginning...

segunda-feira, 26 de junho de 2017

BARCELONA - 15 a 17 Junho 2017

Esta foi uma viagem diferente. Foi a primeira viagem (fora do país) a 3. O Diego pode experimentar novas coisas: avião, metro (que já tinha andado mas não tão intensamente) e toda a azafama da cidade - que é uma coisa que ele não está de todo habituado.

Acho que ele está numa idade muito boa para este rodopio. Se eu tivesse possibilidades financeiras , provavelmente teria sido antes e acho que ele se adaptaria igualmente bem.
Tentei sempre incutir ao P. que iria ser uma viagem "diferente" e adaptada à nossa dinâmica familiar. Sabia o que queríamos visitar, mas não fiz planos de "na hora X tenho de estar no local Y, para depois conseguir estar ali às X horas". Foi um....andando e vendo. E correu bem. Correu muito bem.
Não obstante, houve gritos, choro, rabuje, mas não houve nada de extraordinário só porque ele estava num local diferente. Se ele chorou foi porque estava com sono, calor, fome ou porque teria sido contrariado. Se estivesse em casa e as condicionantes fossem as mesmas, teria sido igual.
 


Fomos vendo como é que o Diego se portava e reagia às coisas e adaptando os nosso projectos com base nisso. Por exemplo, mais de do que andar de avião, o Diego adorou cirandar de metro (ao qual insiste em chamar de comboio). Cada vez que terminávamos uma viagem e saíamos da carruagem, ele insistia em ver "o comboio ir embora". Esperávamos, o metro partia e nós seguíamos a nossa vida. Poderíamos ter optado por não lhe "fazer a vontade" e  se cada vez que saíssemos da carruagem tivéssemos ido logo à procura da saída ou da ligação para a outra linha, tínhamos no total ganho mais uma hora. So what?
Se coisas simples o fazem feliz, porquê complicar? Acho que é uma questão de todos cedermos um bocadinho e sermos flexíveis. Família é um trabalho de equipa! Os adultos somos nós. Cabe-nos saber filtrar e decidir o que se pode ou não.

Esta viagem estava planeada e com bilhetes comprados desde Setembro 2016. Na altura, não sabia em que ponto o Diego estaria. Pensei eu (na minha santa ignorância)!, que em Junho de 2017 já não usaria fraldas para dormir e já não faria sestas!!!
Ledo engano: enquanto dorme ainda precisa de fralda e a sesta é indispensável para o seu bem estar físico e psíquico :)

Voo Lisboa- Barcelona pela TAP. Atrasado 1 hora, mas tudo tranquilo.
Chegamos a El Prat, seguimos as indicações e apanhámos o AeroBus do Aeroporto para a Plaça Catalunya. 

Plaça  Catalunya
É enorme e faz a ligação entre a cidade velha, Eixample, Ramblas e o Passeig d´Gracia
Engraçado saber que, quando foi construída, esta praça ficava de fora das muralhas da cidade e a partir de 1858, quando as muralhas foram derrubadas, passou a ser o centro da cidade.
À volta há milhentas lojas, o El Corte Ingles, bares, restaurantes, hotéis...
Na segunda noite regressamos lá e deu para se "estar" enquanto o Di fazia macacadas ou corria atrás dos pombos. 




 A partir da Plaça Catalunya, dá para subir o Passeig de Gracia e encontrar:

Casa Batlló
M Passeig de Gracia
Entrada: 23€ adultos e 20.5€ criança
Edifício reconstruído por Gaudi. Fica ali metido e escondido na Avenida e se não fosse a quantidade de turista a fotografar, passava-me ao lado;


Casa Milà - La Pedrera- 
M Diagonal
Entrada: entre 22€-29€
Edifício também de António Gaudi, com um exterior ondulado e a fazer lembrar a areia. Mais um, que, se eu não estivesse mesmo à procura, pensaria que era apenas "diferente".


Se optarmos, e na Catalunya descermos, vamos dar com o inicio de:

La Rambla
Avenida com extensão de 1,2Km. O bom é que as vias centrais são passeios para as pessoas poderem circular (sem se atropelarem muito).

Continuando Rambla abaixo e encontramos:

Mercado de la Boqueria -
M Liceu
Se passarem de noite, sem se faz ideia do quão movimentado é durante o dia. É um mercado em que vão locais, mas acho que já está muito vocacionado para o turismo. 
Imensas bancas com fruta fresca, sumos acabados de fazer, enchidos, carnes. Almoçamos lá Fomos lá comprar o almoço por duas vezes e depois sentamo-nos numa ruela a fazer um "picnic". Descobri uma banca fantástica com um menu a 5€ = uma salada generosa, um sumo feito com fruta fresca e fruta fresca. Achei muito bom!!!!

Se ainda houver vontade de continuar até ao fim da Rambla, encontra-se a Estatua de Colon que marca o inicio da "zona da Marina/balnear", de Barceloneta. 
O Diego correu atrás das bolas de sabão e nós apreciamos o quanto ele se estava a divertir e  apesar de serem já 20h, mantinha a pica toda.

Barceloneta
M Barceloneta

Seguindo pelo passeio marítimo de Barceloneta, chega-se ao Port Olimpic, onde está uma baleia que lembra os trabalhos da Joana Vasconcelos.

Nessa área da Cidade Velha, fica o:  

Parc de la Ciutadella
M Ciutadella/Villa Olimpica

Custa a chegar lá de metro. Sai-se nessa paragem, mas tem de se contornar o jardim Zoologico todo e foram só uns 2Km para conseguirmos chegar à entrada.
No entanto, foi o parque mais bonito que vi em Barcelona.



Bairro Gótico
Sei que andamos a passear por lá. Não me lembro onde saímos, onde entrámos, fotografias= 0, mas tenho plena memória que houve birra enorme, mas muito bem fundamentada por Sono, Fome e Sede.


Mais longe do centro da cidade fica:

Montjuic

Não me lembro em que estação de metro, mas encontramos o funicular que nos leva a Montjuic. Mesmo por cima da saida do funicular, há o teleférico (12.50€ por pessoa) que transporta até ao cimo e onde está localizado o Castelo de Montjuic.
Há sempre a possibilidade de fazer o trajecto a pé. Ahhhahhhh right!!!! Uns poucos de kms, sempre a subir, à torreira do sol e a empurrar um carrinho de bebé. Verdade que não iria.
Castelo de Montjuic

Tentativa #147852 para tentar uma foto a três, tendo como pano de fundo o porto de Barcelona. Gostei muito de ver toda aquela logística e movimentação dos navios e contentores. 

Saindo na paragem do Funicular, pode-se sempre optar por explorar a area, já que há a Fundácio Miró e uns parquezinhos.

Plaça d´ Espanya
M Plaça d´Espanya 
É uma das portas de entrada de Barcelona e onde se situa a Fira Internacional de Mostres e o Museu Nacional.
O Diego adormeceu nesta parte, portanto foi só dizer um olá e adeus.


Parc Güell 
M Lesseps
Outro ponto onde se também tem de ir com vontade de andar. Do metro até às entradas ainda é um esticãozinho sempre a subir. 
Se não for para entrar a pagar, acho que é dispensável. Fui com a ideia de que pelo menos poderia tirar algumas fotos



Isto faz parte da entrada e tirei as foto do outro lado da estrada.

A varanda onde estão aquelas pessoas, não é acessível a quem não paga bilhete de entrada (me, me!!!)


Sagrada Familia
M Sagrada Familia ou Verdaguer
Começada a construir por Antonio Gaudi em 1882 ainda hoje é uma obra inacabada e um constante work in progress. É "O" simbolo de Barcelona e na vista aérea da cidade, destaca-se a léguas.
Os bilhetes para ver o interior começam nos 15€.

Fica na Plaça de Gaudi, um pequeno parque onde dá para descansar as pernas e para o Diego alimentar os pombos...com bolachas dos dinossauros! "Quem não tem pão, caça com bolacha"


Coisa que achei que não valeu a visita de todo!:

Parque Diagonal Mar
M Selva de Mar

Supostamente haviam escorregas gigante (Toboganes), mas aquilo está mais para o abandonado/desmazelado.



Notas

Tempo: estava bastante quente e húmido. Cerca de 30ºC de dia que se prolongavam até às 21h. De noite lá reduzia um bocadinho.
A vontade de tomar banho 50x ao dia era muita! especialmente para quem não para e tem de usar o metro, onde vêm aquelas "bafuradas" de ar quente.
Bebemos muita agua e cada vez que o Di dizia "Mãe, quero uma aguinha fresquinha", a minha resposta era quase sempre a mesma: "Aguinha há...mas está mais para chazinho"

"Being local": Óbvio que fomos ao supermercado! O "Mercadona" era o mais acessível geograficamente. Comprámos águas e o jantar da primeira noite; 
Cada vez que encontrávamos um parque e dava para parar, lá ia o Diego brincar "um coisico". Este estava ao pé de um jardim infantil e metade das crianças ainda tinham a farda. Na brincadeira, eles falando catalão, o Diego português, mas entendiam-se na mesma.
No metro, o cachopo já tratava as carruagens por tu. Por ele, tínhamos passado 3 dias a andar de metro, escadas rolantes e elevadores. 



Carrinho de passeio: foi a melhor coisa que levei! e o maior desgosto que tive na viagem.
Em Portugal, o cachopo não quer carro desde os 18 meses. Quando está cansado pede colo. Como as distâncias são curtas, vai-se agilizando a coisa. Por isso, nunca compramos carrinho "bengala".
Acabei por pedir um emprestado a um familiar.
Subiu, desceu, e foi THE BEST!!!!! Como eu disse, ele ainda precisa de sesta e ainda fez umas minis por aqui e sempre que estava muito calor ou estava cansado, ia para o carrinho por livre iniciativa (Fiz-lhe um brain wash durante umas semanas). Se não houvesse carrinho, garanto que a viagem não teria sido tão boa.
Tudo ok até aterramos em Portugal. 
O Sr. da Groundforce não me diz dar o carrinho à saída do avião, porque a menina do check in não tinha metido a etiqueta amarela, mas nós vimos as duas peças que do mesmo (chegou inteiro a Portugal); Na recolha da bagagem, apareceu o chassi, mas não apareceu a parte do toldo. 
Mesmo cheia de foles nos pés, eu corri a zona de recolha de bagagem mais de 20x, enquanto o P fazia a reclamação nos perdidos e achados. 
Estivemos até à meia noite no aeroporto por causa disto, e hoje, passados 8 dias ainda não apareceu (tenho ligado todos os dias).
A sério que me meteu tanta raiva!!! Porque eu sei que o toldo chegou a Lisboa, mas já deve ter sido estilhaçado por algum camião de combustível ou voado para a 2ªCircular.
Reforço que "o carro era emprestado" e ter de devolver uma coisa num estado pior do que recebi, vai contra os meus princípios.
Ainda ando a tentar solucionar a melhor maneira de resolver a questão...






O céu na aterragem em Lisboa. Andámos a fugir das trovoadas.

Alimentação
Com o orçamento apertado, não nos podíamos sentar num restaurante correndo o risco de termos de pagar mais do que a carteira dava. 
Há alternativas de fast food e por 3 dias ninguém "morre". Optamos sempre por combinar saladas, frutas...com outras coisas, tipo massa, hamburgers ou sandes.
Não é uma área que eu saiba dar alguma boa dica de "comida local", mas o que eu achei fantástico foi em todo o canto se vender fruta fresca já cortada e sumos frescos. Adorei isso! 




Alojamento

Ainda cogitei um hotel com piscina, mas os preços em Barcelona são proibitivos. Comparativamente a Madrid a diferença é enorme!
Como era a primeira experiência com o Diego, não queria nada "chunga" e procurei a alternativa de "bom, bonito e...+-barato".
Bruc 96, Eixample, 08009 Barcelona
M Girona


Gostei muito! Não é um "hotel". Não é um "hostel". É um B&B.
Para fazer reservas uso sempre o booking. Já tentei por outros meios e sites, mas não me entendo...e em equipa que ganha, não se mexe. E adoro o facto de poder consultar as minhas reservas todas. Pelo menos a partir de 2011 estão lá todas. Mas isto foi um à parte pessoal e não é publicidade paga!
Outra nota, é que, apesar de normalmente se conseguirem melhor negócios em reservas sem opção de cancelamento ou modificação, eu marco SEMPRE com cancelamento gratuito. Pode sempre haver alguma coisa de "quase" ultima hora, ou pode aparecer outra oferta melhor. Vou sempre vendo como é que os preços evoluem e se aparecer alguma oportunidade fantástica, faço outra reserva nova e cancelo a anterior. Quando fomos para Amesterdão, reservei duas vezes no mesmo Hotel. Foram só 10€ de diferença, mas porque é que havia de pagar mais se podia cancelar e reservar outra vez mais barato?

No BacHome = fiz a reserva em Setembro e tudo ok.
Numa dessas minhas pesquisas posteriores à reserva, descobri que nesse b&b já não aceitavam crianças. Oh pah!!! Fiquei a pensar ..."mas eu disse que o alojamento era para 2 adultos e 1 criança de 3 anos!?!" Mandei mail a confirmar a situação e imediatamente disseram que não havia qualquer tipo de problema e que uma criança seria bem vinda. 
Confesso que mesmo assim fiquei de pé atrás. Os outros hospedes poderiam ter feito as suas reservas com base no "no children accepted" e íamos levar um energético miúdo de 3 anos...
Ao contrário dos meus receios, correu tudo bem e fomos super bem acolhidos.

O BacHome só tem 7 quartos e apesar de ser tudo no mesmo piso, todas as áreas são muito espaçosas o que tornava tudo muito familiar e ao mesmo tempo com "espaço para respirar".

O quarto tinha 20m2, 3 camas e uma boa casa de banho; 

O pequeno almoço era self service e sem grande ostentação, tinha tudo o que era necessário;

Durante o dia, a área do pequeno almoço tornava-se numa área comum, onde se podíamos servir gratuitamente de café, chá e outros snacks.

Além disso, ainda poêm ao dispor dos clientes, uma copa com microondas, frigorífico, louças...pelo que na primeira noite, andamos na rua até tarde e acabamos por ir ao supermercado comprar sopa para o Diego, massas prontos, saldadas, fruta e comemos no quarto, mas com talheres verdadeiros.

O wifi é gratuito.


Os emplastros a tentar meter a televisão a funcionar

 Adoro estes elevadores antigos, mas bem conservados. Vou ignorar a parte de ser pequeno e extremamente irritante nos sinais sonoros que emitia, se não fechássemos as portas em 5 segundos.
Lobby


Custos:
(Mas o que é que as pessoas têm a ver com o que gastámos? N-A-D-A!, mas acho que sou a única a ler o blog e por isso é como se fosse privado!)
O facto é que gosto de deixar isto registado. Por isso, pude ver que em Madrid, gastámos 195€ por 3 noites e em Barcelona cada noite ficou em 151.44€!!! Um pequeno rombo no orçamento)

Bilhetes avião TAP:             378.25€
Alojamento            :             302.88€ (cada noite 150€ + imposto municipal)
Transportes, Comida e cia:  209.70€

Total= 890.83€ 


domingo, 26 de fevereiro de 2017

Voltar a ficar em forma : o plano.

Quando engravidei, a questão do peso que iria aumentar foi uma preocupação para mim. 
Tendo em conta o meu "passado" de excesso de muito peso, não pude deixar de pensar nisto. Não era por uma razão puramente estética!, mas sim relacionada com a minha saúde e com a saúde do bebé. A minha questão de aumento de peso durante a minha vida sempre esteve e estará ligada aos meus sentimentos e ao(des)controle da ansiedade. 
Se eu tivesse percebido e interiorizado  isso aos 18 anos(ou mesmo aos 28!) a minha vida teria sido bem mais fácil.Sou boa boca. Sempre fui boa boca para o melhor e para o pior. O facto de não comer"açúcares" durante 3 anos, ajudou-me bastante e as oscilações de peso diminuam.

A gravidez acabou por ser um desafio de controle de ansiedade e consequentemente de peso. O saldo final foi de 10.400kg de "gordura saudável". 
Sem fazer nada, perdi todo esse peso nas 4 semanas a seguir ao parto. Nas 4 semanas seguintes, fiz a proeza de aumentar 5.3kg. What?? Eu sabia que a coisa tinha começado a descambar e estive essas 4 semanas sem me pesar. Há momentos em que sabemos que não vale a pena estar a chover sobre o molhado. Temos de deixar chegar ao ponto crítico, para conseguir por as coisas nos eixos. É uma espécie de"do Kaos nasce a ordem".
Estes foram quilos de fruta, frutos secos, pão, massa, horários desregulados, desorganização da minha parte em não preparar antecipadamente as refeições principais, tomar vários"pequenos almoços" durante o dia em vez de lanches, repetir os pratos principais quando a fome já não era nenhuma, mas a ansiedade continuava lá, falta de exercício físico... Foram quilos de ansiedade e de um "não te rales" que detesto, mas que sabia que, sempre que estou em casa por períodos mais alargados, é fácil de acontecer. O facto de não sair muito de casa (o tempo não ajudou nesta fase), de andar sempre de pijama ou roupas desportivas, acaba por retirar a percepção da nossa realidade. Quando fui vestir as calças de ganga. senti-me totalmente desconfortável. Remédio: ir buscar as calças de quando estava grávida. Degradante e deprimente! Depois deste episódio, estive mais uma semana "na engorda" e no dia 15 de Junho (2014) e resolvi enfrentar a balança e ver então o estrago.
Quando regressei ao trabalho, em Setembro 2014 já tinha voltado ao meu peso "normal" e com horários exigentes e a pressão até enfrentei um período em que o comer custava a engolir (coisa muito pouco habitual em mim). 


Quando o D começou a comer "comida", algumas pessoas perguntaram-me como iria ser: afinal eu não comia açúcar. Em vez de um redondo "não", de um modo natural as minhas ideias viraram-se para a palavra "equilíbrio".


O D come papa de compra ao pequeno almoço e não tenho qualquer peso na consciência por causa disso. Só encarrilhou com a marca do Mini Preço (qual Cerelac, qual Nestum, qual quê ?!) e a preparação é feita com água porque ele não pega em leite (apesar de comer iogurtes, queijo e outros lacticínios). Fora isso, no dia a dia come litros de sopa, carne, peixe, massa, arroz, fruta e bebe muita água. 
Se vai a uma festa, regra geral não me pede bolos, mas se quiser um pedacinho de pão de ló, dou-lhe.
De vez em quando, pede uma bolacha (Maria) e dependendo da hora ou situação, eu digo "sim" ou "não". Não lhe ofereço refrigerantes. Se ele (mesmo em festas) vai às batatas fritas, digo "só uma" ou "nem uma". Fritos e excesso de sal não entraram nas permissões.

Na casa dos avós (meus pais) a coisa muda de figura e tenho de inspirar-expirar muitas vezes para não me dar um ataque. Regras alimentares nunca foram prioridade para eles, mas tento que pelo menos lhe dêem um prateirão de sopa antes de lhe oferecem outras coisas (porque eu sei que eles lhe dão).

Esta inclusão da alimentação do D vem a propósito do meu retorno a comer açúcar. 
Eu não queria que ele se sentisse "aprisionado" e que tempos mais tarde, por exemplo, quando fosse a uma festa de anos, em vez de ir brincar, só pensasse em comer açúcar porque "o fruto proibido é o mais apetecido". Na "vida real" conheço casos assim e sei que não era isso que queria para ele.
Ou seja, acho que a educação alimentar é essencial e ele tem de perceber por ele o que há o sim, o não, o assim assim e que as ocasiões são diferentes.

Aos poucos fui introduzindo " açúcar " na minha dieta.
"Oi? Mas estás a passar de cavalo para burro?"
"Não. Acho que foi um passo atrás para seguir em frente." 
O meu objectivo nunca foi ser radical, mas houve um período em que o fui, mas como modo de conseguir estabilizar a minha relação com a comida.
A partir do meio de 2015, em algumas situações voltei a comer "açucares". O peso manteve-se o mesmo, mas desde o final de 2016, acho que tive um acumular de festas, jantares, convívios e a balança disparou 3 kg em 4 meses. Uppppsss.
Não me sinto "diminuída" por estes quilos a mais, nem tão pouco passo o dia a pensar nisso, mas se posso estar mais saudável, em forma e sentir-me melhor fisicamente, porque é que não hei-de estar?

A partir de hoje, 26.02.2017, entrei no "lose weight mode". 
Nada muito dramático, nem drástico. Estabeleci 5kg em 7 semanas o que é perfeitamente alcançável sem recorrer a dietas malucas.

Há algumas coisas que me ajudarão a passar pelo processo. Foram muitos anos de experiências, que me deram ferramentas para simplificar e tornar tudo mais prático e funcional. 
Há que enfrentar a situação de todas as frentes e tem de ser um "tratamento multidisciplinar". 


1) Motivação e consciencialização
Ponto assente: não é por ser mais magra que serei mais feliz; por muitos anos pensei "que se fosse mais magra a minha vida era diferente e todos os problemas seriam resolvidos". Aprendi que não havia nada mais errado na minha visão; foi o desmistificar aquela "fórmula mágica do pensamento das criança"; durante quase 30 anos foi isso que desconheci (ou não quis ver); por volta de 2012, finalmente compreendi que a questão tinha de ser tratada ao contrário: tentar identificar os problemas, tentar resolver as ansiedades e aí sim! a alimentação e o exercício físico iam encarregar-se de estabilizar o peso e parar com os io-ios. 
A motivação tem de vir de dentro e tem de ser pelas razões certas (e as razões certas para casa pessoa!). Não adianta pensar "aquela é magra e por isso é feliz". A vida é nossa, os sentimentos são nossos, por isso há que procurar a motivação certa por e para nós: pode ser porque queremos ser mais saudáveis, sentir-se melhor fisicamente, renovar o guarda roupa...
Nesta altura vou revezando 3 pares de calças; no entanto, tenho muitas calças quase novas, da altura em que estive mais magra (naquela fase 8 ou 80...e que tinha dinheiro para investir na Zara); Isso acaba por funcionar como motivação adicional;

2) Controlar a ansiedade
Eu sempre sofri com essa patologia, mas não se falava disso quando era pequena.
Agora, tenho a perfeita consciência do quanto isso me afectou e que foi um das grandes causas do meu distúrbio alimentar.
Pode-se tomar comprimidos milagrosos, fazer lipoaspirações, mas normalmente o busílis da questão é psicológico e é essa vertente que tem se ter tocada e resolvida....ou volta-se ao io-io;

3) Distanciar-me das "dietas restritivas" (que uma pessoa não aguenta 1 dia)
Equilíbrio. Nesta fase é reduzir ao máximo os açucares e gorduras, mas não é "comer só alface"; Acho que um grande motivo dos abandonos destas dietas "malucas" é porque não são sustentáveis a longo prazo.
No meu caso, não vou consultar nenhum especialista. Já tenho "treino" suficiente para elaborar um plano que funciona comigo (e que foi prescrito para mim, mesmo que há muitos anos). Também não foi alterar a base da minha alimentação (que considero equilibrada), mas vou ajustar quantidades e diversificar mais.

4) Tomar suplementos (vitaminas)
Esta decisão não está apenas ligada ao facto de ir fazer uma dieta de perda de peso, mas sim porque me andava a sentir muito cansada e com os níveis de energia a zero.
Já comecei há uma semanas e realmente sinto-me melhor.  


5) Organização
Esta é a parte que mais luta me vai dar. 
Vou ter de me levantar às 5:25 am para fazer exercício. Confesso que não vai ser fácil, mas o que tem de ser, tem muita força:);
Vou ter de organizar as marmitas e as comidas mais atempadamente e pensar "mais à frente ";
Comer a horários mais certos também é importante. Muitas vezes no trabalho, quando dou por mim, já é quase meio dia e ainda não parei para lanchar (quando tomei o pequeno almoço às 6h30). 

6) Verbalizar a decisão
Não quer dizer que vá anunciar ao meu patrão, nem tão pouco à minha família toda. Venho só mesmo partilhar na internet!!!! Ahhhhaahhh
Às vezes, é preciso passar "para o papel" para tornar um projecto real.


Não faço "dieta de perda de peso" há bastante tempo e o metabolismo já não deve ser o mesmo, mas vamos ver como corre.

 Pequeno almoço de hoje.
O que é que alterei em relação ao habitual? Nada :)

Exercício de hoje. Foi leve, mas foi de boamente!

 #projectoef

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Belezuras e cia: voltaria ou não a comprar?

Não sei se é com o passar da idade, mas a verdade é que ando muito mais disciplinada com os cuidados da minha pele, ainda que continue muito preguiçosa para aplicar cremes no corpo.
Tento aliar duas premissas: rápido e eficaz. Se tenho pela frente um processo de 20 passos, nem tento o primeiro. Sou a pessoa mais preguiçosa do mundo para meter cremes. 
Durante 2016, fui adquirindo alguns produtos e obviamente que não vou listar tudo, mas alguns marcaram-me pela positiva e outros nem tanto.
Não quer isto dizer que o deu mais resultado em mim, faça o mesmo nas outras pessoas e vice versa. Nisto de cremes e afins, acho que temos mesmo de apostar e tentar acertar.

Há marcas que têm produtos que gosto muito e outros que não gostei nada. Não me deixei influenciar pela marca e sim pelo facto de dar resultado em mim ou não.

Voltaria a comprar

(De facto, alguns já são mesmo repetições)

.Bioré - Aqua Rich - Protector solar factor 50 - adoro! é muito leve, não fico "pegajosa" e não me fez a pele oleosa ou brilhante; encomendei pelo Ebay e ficou cerca de 9.00€, mas para mim vale muito mais do que o isso;

.Natural Honey - Revlon -Oil go - Óleo para aplicar no banho. Como já disse, sou a preguiça em pessoa e poderia viver bem sem aplicar nenhum creme no corpo durante 1 ano. Assim, recorro a tudo o que dê para usar no banho, e este tem um cheirinho muito agradável e dá uma boa hidratação à pele sem ficar tão gorduroso como o "Johnson´s".

.C20 - Vitamina C - Li muito sobre os ácidos e afins e por mais que que gostasse de investir em alguns produtos de outras marcas, os preços são uma coisa absurda e neste momento o orçamento não permite pensar sequer nessa hipótese. 
As criticas eram favoráveis a este produto que tinha um preço mais amigo = 20€ - comprado no Ebay. Não é uma coisa milagrosa, mas acho que a longo prazo tem bons resultados na diminuição das marcas- rugas e algumas manchas. 
Experimentei usar à noite, mas dei-me melhor com o uso durante o dia, tendo sempre extra cuidado de aplicar o protector solar (coisa que faço em quase 365 dias no ano); Juntamente com este producto, o sol sem protecção pode fazer pior do que melhor à pele, por isso esta regra é importante de seguir.  

.Wycon - Double Wipes - toalhitas bifásicas para retirar a maquilhagem. Comprei a embalagem só como experiência, porque nunca tinha acertado em toalhitas que realmente dessem bom resultado, mas realmente gostei dessas. Macias e com umas "bolinhas" que parece actuar bem na remoção da maquilhagem.

.Elvive - Aceite Oleo Extraordinário - descobri no Verão e se eu gosto, acho que deve ser fantástico para quem tem o cabelo grosso e que precisa de alguma leveza. Esta máscara serve para utilizar antes, durante ou após o banho. Apesar de ser "azeite", não deixa o cabelo pesado e nota-se o brilho (sem ser oleoso). 

.Vichy Neogenic - Shampoo redensificante -Experimentei depois do Niox (= presente na categoria "não voltaria a comprar") e gostei muito.
Faz bastante espuma o que impede que o cabelo fique todo emaranhado e penso que limpa bastante bem o couro cabeludo.


Não voltaria a comprar

. Nioxin 4 - Tratamento anti queda - comprei o kit de 3 produtos: shampoo, condicionador e tratamento do couro cabeludo.
Não gostei particularmente. Não esperava milagres e comprei porque estava a precisar de shampoo e o preço do conjunto era bom. 

.Bioré - "sabonete" para lavar a cara; comprei juntamente com a segi«unda leva de protector solar da cara. Achei "se gostei tanto do protector, de certeza que vou gostar deste sabonete". Wrong!!!!! Acho que a pele fica muito seca e sempre que me entra alguma particula nas narinas, fico com aquela sensação de estar a "comer sabonete".

.Real Techniques - Miracle Sponge - Esponja para aplicar base. Adorei nos primeiros dias. Facilita muito a aplicação e disfarça as imperfeições da utilização apressada do dia-a-dia.
Passados uma(s) semanas, começa a desfazer-se e fiquei com bocadinhos da esponja na cara. Comecei a usar a esponja na outra face e a cena repetiu-se.
Ainda estou na dúvida: o lote desta esponja estava estragado ou é mesmo assim e por isso é que vejo frequentemente à venda o conjunto de duas, dada a sua curta duração???



Ainda em teste

Estes são 3 produtos que foram adquiridos em Dezembro, por isso ainda estão em fase de testes ( apesar de estar a gostar bastante).
O seu "senão" é mesmo o preço:  pouco acessíveis para serem comprados frequentemente (para a minha carteira, óbvio);

Estes 2 produtos vinham na "minha box de Natal" (from me, to me), que comprei no site Feel Unique.

.Emma Hardie - Moringa Cleansing Balm : se eu achava que limpava o rosto na perfeição...era ledo engano e só me apercebi disso depois de usar este produto.
É um balsamo que se passa na cara, massaja-se e a maquilhagem e impurezas dissolvem-se.; depois
passa-se com uma toalha húmida...e se for branca, certamente que se vê o que eu digo. 

.Philip Kingsley - Elasticizer: é um pre-shampoo; ou seja, aplica-se antes do banho e deixa-se actuar. Como o preço é alto, retraio-me sempre na aplicação e acabo por ficar na dúvida do : "e se aplicasse mais, será que o resultado seria melhor?"

.Vichy - Liftactiv Serum 10 Supreme (10% de Rhamnose e Acido Hialuronico). Como é serum, é muito levezinho e gosto da consitência. Mudava seguramente a forma de aplicação. Tem um "conta-gotas", mas como vem muito produto agarrado à "palheta", acabo por nunca usar o sistema. Provavelmente só tirarei proveito quando o frasco estiver mais vazio. 32€ na farmácia;

Neste campo dos cremes e afins, acho que não há uma receita fixa e mesmo que hoje resulte comigo, amanhã pode já não ter o mesmo efeito e aí a equação tem de ser reajustada.